Para Ler Ouvindo:
Hi, kittens. Sejam bem vindos a sua primeira, melhor e mais divertida fonte ever sobre a escandalosa sociedadeGAY de Belém (tá meu bem?!).
Oi, darling. Sentiu minha falta – eu sei. Ah, mas é que na semana passada eu estive soooo busy por conta do trabalho. Mas quando o final de semana chegou eu me joguei munida de meu moleskine pra anotar os baphos das baladas da manGAYrosa só pra você. E menina! O que foi a Meachuta nas alturas? Quem aí foi, erga o seu sopo. Enfim.Bee. Pega logo o teu drink e Não Perde nada. A festa vai começar!
Eu estava tendo uma tarde enfadonha no escritório. De repente o sol já tava dando o dizá além do horizonte, quando começou a tocar (falando em enfadonha) Rebeca Black “Friday Friday” que me fez lembrar... Gente! É sexta-feira. Mélde-ós! É dia de meachuta nas alturas!
Larguei tudo e TÁ-xiii! Passei pra pegar as amigas, e no caminho liguei pra casa e disse a Pilar para ir logo preparando as bebidinhas pro nosso aquecimento. Vários drinks e uma pincelada de blush depois, Sarah Summerfield, Íris Skylove, Funny Fahrenheit, Lahla Caputtine e, LÓ-gico, Safirah Megahfone aqui, estávamos llindas – sim, com “L” duplo – pra arrazar.
Mana. A frente do Edifício Metropolitan tava tomada de bee. A fila para a festa serpenteava por pelo menos uns 150 metros.
Enquanto o povo se acochava e se habilitava ao empurra empurra e cotoveladas lá em baixo. Eu chegava linda e maquiada, de helicóptero, tá meu blush?! – e não adianta entortar a boca, por que tu sabes que eu sou phina, gata.
A festa nem havia começado e o barraco já rolava ali mesmo, na fila. Segundo uma de minhas fontes , uma bee que usava aparelho auditivo (telex) encarava pencas outra bee de óculos (Ana Maria). A bee surda não cansava de peitar a outra. Nisso a bee míope ficou abusada e avançou cheia de ódio pra cima da gata. Aí pronto, foi aquele escândalo. Ela deu um baile pra todo mundo ouvir Méldeu-ós! na surda e até a chamou pra briga, mas a gata pulou fora. Que babado!
Okay.Gay. Depois de enfrentar aquele círio que era a fila. Quem conseguiu entrar – por que não tinha prédio pra tanta bee - passava por varias divisões da policia, desde a federal até a C.I.A - detectores de metal, sala de espera, elevadores, e sete andares depois, finalmente a festa. A pista de dança era um pouco pequena, e me lembrava o cenário de Till The Words Ends – pencas de pessoas suadas dançando, se esfregando ao som de Brit.
Lá fora, onde fiquei a maior parte do tempo, o terraço era amplo, bem agradável.
Não havia dark room. Mas me impressiona a capacidade que o povo tem de sempre encontrar um lugar pro coito – seja num canto escuro, no banheirão... ou... ou no elevador (!). O staff da festa estava impecável – que dirá minha amiga que ficou com um barman e um segurança. Abafa!
E quem precisava ser contida era eu, que tava pra jogar meu drink na fayce de uma desafect. Mas, but, seria muito desperdício, já que a base barata que ela usa não paga nem o gelo do meu drink.
As gatas são uma atração a parte. Muita gente. Muita afetação. Muita montação. E me digam: o que é pior do que usar uma roupa ridícula? É usar uma roupa ridícula e sequer ter noção. Tinha gente que parece se meteu atrás do biombo e enfiou braços e pernas em tudo que é roupa (!). Pra algumas parece que o delirante é o novo “moderno”. Mas, graças à monsier Dior, ainda temos umas almas com bom senso e a consideração de se vestir bem. A minha coroa foi para uma bee com uma produx Mara, estilo La Roux – pena que a gata não deu o ar da sua graça na festa, por conta da super lotação – dezenas/centenas de pessoas ficaram de fora da festa. Da próxima vez a Meachuta terá que alugar o edifício todo.
Como sempre o set-list foi bafônico. Mas a bala da noite foi Big Fat Bass da Britney.
Enquanto isso no lustre do castelo... Minha amiga Lahtoya Brown, que não conseguira entrar na festa, me mandava torpedos – a gata estava no Malícia Hot que tava bombando, onde o curso de idiomas Minds arrasou brindes para os clientes, canecas e coolers infláveis, tudo muito fofo.
Okay.Gay. Entre um drink e outro... uma gay se jogava da sacada do Metropolitan (!) – equê, i’m kidding, honey. Mas eu não sei se foi o efeito da bebida, mas juro que vi uma gata se atirando da sacada – não era você? (!).
Nove drinks e cinco Marlboros light depois, eu já estava colocada nas alturas. E antes que eu me jogasse. Bati cílios, levantei vôo e Kisses!
Vocês sabem.... eu vejo tudo... eu sou todos vocês.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
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