Olá. gatamms.
O bizu da bicharia e ir na Virada Cultural que vai rolar no Malícia Hot, neste sábado 30. Vai ser boca de se fud**. Não Perde o fly.
E amanhã, sexta-feira, o baféldrime é a 3º edição da balada universitária.
Vejo vocês lá. e não decepciona, Bee-í..
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
28 de abr. de 2011
23 de abr. de 2011
"TRAVA FATALE"
Olá.gatamms. Me espokay.Gay. haha.
Drinks para o gatom @LeviBep, que me enviou a foto desse cd BÁ-fônico, via twitter.
Drinks para o gatom @LeviBep, que me enviou a foto desse cd BÁ-fônico, via twitter.
22 de abr. de 2011
"MEACHUTA - ESCÂNDALOS NAS ALTURAS "
Para Ler Ouvindo:
Hi, kittens. Sejam bem vindos a sua primeira, melhor e mais divertida fonte ever sobre a escandalosa sociedadeGAY de Belém (tá meu bem?!).
Oi, darling. Sentiu minha falta – eu sei. Ah, mas é que na semana passada eu estive soooo busy por conta do trabalho. Mas quando o final de semana chegou eu me joguei munida de meu moleskine pra anotar os baphos das baladas da manGAYrosa só pra você. E menina! O que foi a Meachuta nas alturas? Quem aí foi, erga o seu sopo. Enfim.Bee. Pega logo o teu drink e Não Perde nada. A festa vai começar!
Eu estava tendo uma tarde enfadonha no escritório. De repente o sol já tava dando o dizá além do horizonte, quando começou a tocar (falando em enfadonha) Rebeca Black “Friday Friday” que me fez lembrar... Gente! É sexta-feira. Mélde-ós! É dia de meachuta nas alturas!
Larguei tudo e TÁ-xiii! Passei pra pegar as amigas, e no caminho liguei pra casa e disse a Pilar para ir logo preparando as bebidinhas pro nosso aquecimento. Vários drinks e uma pincelada de blush depois, Sarah Summerfield, Íris Skylove, Funny Fahrenheit, Lahla Caputtine e, LÓ-gico, Safirah Megahfone aqui, estávamos llindas – sim, com “L” duplo – pra arrazar.
Mana. A frente do Edifício Metropolitan tava tomada de bee. A fila para a festa serpenteava por pelo menos uns 150 metros.
Enquanto o povo se acochava e se habilitava ao empurra empurra e cotoveladas lá em baixo. Eu chegava linda e maquiada, de helicóptero, tá meu blush?! – e não adianta entortar a boca, por que tu sabes que eu sou phina, gata.
A festa nem havia começado e o barraco já rolava ali mesmo, na fila. Segundo uma de minhas fontes , uma bee que usava aparelho auditivo (telex) encarava pencas outra bee de óculos (Ana Maria). A bee surda não cansava de peitar a outra. Nisso a bee míope ficou abusada e avançou cheia de ódio pra cima da gata. Aí pronto, foi aquele escândalo. Ela deu um baile pra todo mundo ouvir Méldeu-ós! na surda e até a chamou pra briga, mas a gata pulou fora. Que babado!
Okay.Gay. Depois de enfrentar aquele círio que era a fila. Quem conseguiu entrar – por que não tinha prédio pra tanta bee - passava por varias divisões da policia, desde a federal até a C.I.A - detectores de metal, sala de espera, elevadores, e sete andares depois, finalmente a festa. A pista de dança era um pouco pequena, e me lembrava o cenário de Till The Words Ends – pencas de pessoas suadas dançando, se esfregando ao som de Brit.
Lá fora, onde fiquei a maior parte do tempo, o terraço era amplo, bem agradável.
Não havia dark room. Mas me impressiona a capacidade que o povo tem de sempre encontrar um lugar pro coito – seja num canto escuro, no banheirão... ou... ou no elevador (!). O staff da festa estava impecável – que dirá minha amiga que ficou com um barman e um segurança. Abafa!
E quem precisava ser contida era eu, que tava pra jogar meu drink na fayce de uma desafect. Mas, but, seria muito desperdício, já que a base barata que ela usa não paga nem o gelo do meu drink.
As gatas são uma atração a parte. Muita gente. Muita afetação. Muita montação. E me digam: o que é pior do que usar uma roupa ridícula? É usar uma roupa ridícula e sequer ter noção. Tinha gente que parece se meteu atrás do biombo e enfiou braços e pernas em tudo que é roupa (!). Pra algumas parece que o delirante é o novo “moderno”. Mas, graças à monsier Dior, ainda temos umas almas com bom senso e a consideração de se vestir bem. A minha coroa foi para uma bee com uma produx Mara, estilo La Roux – pena que a gata não deu o ar da sua graça na festa, por conta da super lotação – dezenas/centenas de pessoas ficaram de fora da festa. Da próxima vez a Meachuta terá que alugar o edifício todo.
Como sempre o set-list foi bafônico. Mas a bala da noite foi Big Fat Bass da Britney.
Enquanto isso no lustre do castelo... Minha amiga Lahtoya Brown, que não conseguira entrar na festa, me mandava torpedos – a gata estava no Malícia Hot que tava bombando, onde o curso de idiomas Minds arrasou brindes para os clientes, canecas e coolers infláveis, tudo muito fofo.
Okay.Gay. Entre um drink e outro... uma gay se jogava da sacada do Metropolitan (!) – equê, i’m kidding, honey. Mas eu não sei se foi o efeito da bebida, mas juro que vi uma gata se atirando da sacada – não era você? (!).
Nove drinks e cinco Marlboros light depois, eu já estava colocada nas alturas. E antes que eu me jogasse. Bati cílios, levantei vôo e Kisses!
Vocês sabem.... eu vejo tudo... eu sou todos vocês.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
Hi, kittens. Sejam bem vindos a sua primeira, melhor e mais divertida fonte ever sobre a escandalosa sociedadeGAY de Belém (tá meu bem?!).
Oi, darling. Sentiu minha falta – eu sei. Ah, mas é que na semana passada eu estive soooo busy por conta do trabalho. Mas quando o final de semana chegou eu me joguei munida de meu moleskine pra anotar os baphos das baladas da manGAYrosa só pra você. E menina! O que foi a Meachuta nas alturas? Quem aí foi, erga o seu sopo. Enfim.Bee. Pega logo o teu drink e Não Perde nada. A festa vai começar!
Eu estava tendo uma tarde enfadonha no escritório. De repente o sol já tava dando o dizá além do horizonte, quando começou a tocar (falando em enfadonha) Rebeca Black “Friday Friday” que me fez lembrar... Gente! É sexta-feira. Mélde-ós! É dia de meachuta nas alturas!
Larguei tudo e TÁ-xiii! Passei pra pegar as amigas, e no caminho liguei pra casa e disse a Pilar para ir logo preparando as bebidinhas pro nosso aquecimento. Vários drinks e uma pincelada de blush depois, Sarah Summerfield, Íris Skylove, Funny Fahrenheit, Lahla Caputtine e, LÓ-gico, Safirah Megahfone aqui, estávamos llindas – sim, com “L” duplo – pra arrazar.
Mana. A frente do Edifício Metropolitan tava tomada de bee. A fila para a festa serpenteava por pelo menos uns 150 metros.
Enquanto o povo se acochava e se habilitava ao empurra empurra e cotoveladas lá em baixo. Eu chegava linda e maquiada, de helicóptero, tá meu blush?! – e não adianta entortar a boca, por que tu sabes que eu sou phina, gata.
A festa nem havia começado e o barraco já rolava ali mesmo, na fila. Segundo uma de minhas fontes , uma bee que usava aparelho auditivo (telex) encarava pencas outra bee de óculos (Ana Maria). A bee surda não cansava de peitar a outra. Nisso a bee míope ficou abusada e avançou cheia de ódio pra cima da gata. Aí pronto, foi aquele escândalo. Ela deu um baile pra todo mundo ouvir Méldeu-ós! na surda e até a chamou pra briga, mas a gata pulou fora. Que babado!
Okay.Gay. Depois de enfrentar aquele círio que era a fila. Quem conseguiu entrar – por que não tinha prédio pra tanta bee - passava por varias divisões da policia, desde a federal até a C.I.A - detectores de metal, sala de espera, elevadores, e sete andares depois, finalmente a festa. A pista de dança era um pouco pequena, e me lembrava o cenário de Till The Words Ends – pencas de pessoas suadas dançando, se esfregando ao som de Brit.
Lá fora, onde fiquei a maior parte do tempo, o terraço era amplo, bem agradável.
Não havia dark room. Mas me impressiona a capacidade que o povo tem de sempre encontrar um lugar pro coito – seja num canto escuro, no banheirão... ou... ou no elevador (!). O staff da festa estava impecável – que dirá minha amiga que ficou com um barman e um segurança. Abafa!
E quem precisava ser contida era eu, que tava pra jogar meu drink na fayce de uma desafect. Mas, but, seria muito desperdício, já que a base barata que ela usa não paga nem o gelo do meu drink.
As gatas são uma atração a parte. Muita gente. Muita afetação. Muita montação. E me digam: o que é pior do que usar uma roupa ridícula? É usar uma roupa ridícula e sequer ter noção. Tinha gente que parece se meteu atrás do biombo e enfiou braços e pernas em tudo que é roupa (!). Pra algumas parece que o delirante é o novo “moderno”. Mas, graças à monsier Dior, ainda temos umas almas com bom senso e a consideração de se vestir bem. A minha coroa foi para uma bee com uma produx Mara, estilo La Roux – pena que a gata não deu o ar da sua graça na festa, por conta da super lotação – dezenas/centenas de pessoas ficaram de fora da festa. Da próxima vez a Meachuta terá que alugar o edifício todo.
Como sempre o set-list foi bafônico. Mas a bala da noite foi Big Fat Bass da Britney.
Enquanto isso no lustre do castelo... Minha amiga Lahtoya Brown, que não conseguira entrar na festa, me mandava torpedos – a gata estava no Malícia Hot que tava bombando, onde o curso de idiomas Minds arrasou brindes para os clientes, canecas e coolers infláveis, tudo muito fofo.
Okay.Gay. Entre um drink e outro... uma gay se jogava da sacada do Metropolitan (!) – equê, i’m kidding, honey. Mas eu não sei se foi o efeito da bebida, mas juro que vi uma gata se atirando da sacada – não era você? (!).
Nove drinks e cinco Marlboros light depois, eu já estava colocada nas alturas. E antes que eu me jogasse. Bati cílios, levantei vôo e Kisses!
Vocês sabem.... eu vejo tudo... eu sou todos vocês.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
“NA TOCA DO LEÃO”
Olá. Gatams. Se você adora encontros às escuras, depois desse post você ira pensar duas vezes antes de marcar outro encontro desses. Não Perde!
No sábado eu sai com minha BFF Pussy Pelverton. Fomos ao Toca Restô Bar, ali no final da Brás de Aguiar, comemorar idade nova de uma amiga. O Toca é um lugar hétero, e bem quando eu pensei que não encontraria nenhuma gay... na mesa ao lado havia uma, que faz a linha meio boy, e sempre tá nas baladas, ela estava sozinha, ansiosa e tomava whisky. – isso tá com cara de quem marcou encontro de internet. Pensei. Daí me chega outra gay, discreta e de aparência simples que se junta à primeira. Aí rolou as apresentações... aquela coisa. E não é que eu acertei: era mesmo um encontro.
Okay.Gay. entre um drink e outro eu dava uma catitada nos dois, e notei que a bicha boy não se deu com a gata borralheira. Não entrava uma mosca na boca dos frescos, e na falta de conversa, só restava pras gatas beber. E tomá-lhe whisky. E tomá-lhe comidinhas. Nisso, eu já tava apostando quem ia dá o dizar primeiro na outra.
Mana, eu me distrai dançando com as mapôs, e quando eu vi a gata borralheira já estava sozinha – diske a boy tinha ido ao banheiro. Rum! Sei... e espera... e a gata já ficava aflita, olhava no relógio, em direção ao banheiro. E eu pensava comigo ô mana, coitada, te toca e vai te embora.
Pior que a gata não ia - eu não acredito que ela ainda tava achando que o viado voltaria. Mas aí atentei para uma coisa: há tempos que o copo tava vazio e ela não fez mais pedidos desde que a bicha boy se fora. Mélde-ós! A gata tava desaquesada, e o fresco ainda deixou a conta – que já devia tá pra mais de 150$ - pra pobre pagar. Ai que maldade. A gata foi marcar o babado na Toca, mas acabou caindo na toca do leão (!) – tá vendo, mana, cuidado quando for se meter em encontro às escuras.
A banda acabou de tocar, e começou a miar. Eu fui embora, e nem sei como a bicha saiu dessa, coitada, deve ter lavado pencas de pratos.
Credo. Feio isso. O viado não se deu com a gata e, com certeza, foi pra boatchy atrás de necas. Pensei comigo. E não é que eu acertei, outra vez. Rum!
As mapôs e eu fomos pro Malícia Hot que tava bombando. PeGAY um drink e fui fazer o reconhecimento no lugar – e adivinhem quem eu vi naquele corredor do fundão que dá pro dark room. É, mana, ela mesma a bicha boy. Parece que o encontro no Toca não foi tão escuuuuro para ela.... Ai meu blush!
Olha que esses encontros às escuras, em geral, são uma verdadeira saia justa. Mas esse foi mais para uma calça beeeeeem skinny, querida.
Vocês sabem... eu vejo tudo... eu sou todos vocês.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
No sábado eu sai com minha BFF Pussy Pelverton. Fomos ao Toca Restô Bar, ali no final da Brás de Aguiar, comemorar idade nova de uma amiga. O Toca é um lugar hétero, e bem quando eu pensei que não encontraria nenhuma gay... na mesa ao lado havia uma, que faz a linha meio boy, e sempre tá nas baladas, ela estava sozinha, ansiosa e tomava whisky. – isso tá com cara de quem marcou encontro de internet. Pensei. Daí me chega outra gay, discreta e de aparência simples que se junta à primeira. Aí rolou as apresentações... aquela coisa. E não é que eu acertei: era mesmo um encontro.
Okay.Gay. entre um drink e outro eu dava uma catitada nos dois, e notei que a bicha boy não se deu com a gata borralheira. Não entrava uma mosca na boca dos frescos, e na falta de conversa, só restava pras gatas beber. E tomá-lhe whisky. E tomá-lhe comidinhas. Nisso, eu já tava apostando quem ia dá o dizar primeiro na outra.
Mana, eu me distrai dançando com as mapôs, e quando eu vi a gata borralheira já estava sozinha – diske a boy tinha ido ao banheiro. Rum! Sei... e espera... e a gata já ficava aflita, olhava no relógio, em direção ao banheiro. E eu pensava comigo ô mana, coitada, te toca e vai te embora.
Pior que a gata não ia - eu não acredito que ela ainda tava achando que o viado voltaria. Mas aí atentei para uma coisa: há tempos que o copo tava vazio e ela não fez mais pedidos desde que a bicha boy se fora. Mélde-ós! A gata tava desaquesada, e o fresco ainda deixou a conta – que já devia tá pra mais de 150$ - pra pobre pagar. Ai que maldade. A gata foi marcar o babado na Toca, mas acabou caindo na toca do leão (!) – tá vendo, mana, cuidado quando for se meter em encontro às escuras.
A banda acabou de tocar, e começou a miar. Eu fui embora, e nem sei como a bicha saiu dessa, coitada, deve ter lavado pencas de pratos.
Credo. Feio isso. O viado não se deu com a gata e, com certeza, foi pra boatchy atrás de necas. Pensei comigo. E não é que eu acertei, outra vez. Rum!
As mapôs e eu fomos pro Malícia Hot que tava bombando. PeGAY um drink e fui fazer o reconhecimento no lugar – e adivinhem quem eu vi naquele corredor do fundão que dá pro dark room. É, mana, ela mesma a bicha boy. Parece que o encontro no Toca não foi tão escuuuuro para ela.... Ai meu blush!
Olha que esses encontros às escuras, em geral, são uma verdadeira saia justa. Mas esse foi mais para uma calça beeeeeem skinny, querida.
Vocês sabem... eu vejo tudo... eu sou todos vocês.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone
21 de abr. de 2011
“Stand Up” – Todos contra o bullying homofóbico.
Olá gatams. Vamos falar sobre uma coisa que é uó do meu có: O bullying homofóbico.
A ONG irlandesa BeLonG To fez um vídeo para promover uma campanha contra o bullying homofóbico – para mais detalhes visite o Blog do Ivanzito, que foi quem me enviou filme – o vídeo é lindo, fofo, e me fez chorar pencas. Confiram:
Opinião, cada um tem a sua. Espaço, cada um tem o seu. Vamos todos – eu disse todos - respeitar.
E vem cá Darling: Podem fazer filme, clipe, camiseta, caneta, caNECA, chaveiro, até construir um EDIfício. O preconceito tá longe de acabar. Mas, felizmente, está diminuindo. O que não pode acontecer é violência, como aconteceu em Vigia.
Vamos todos levantar a bandeira contra o bullying homofóbico. E você que não é gay, mas tem um amigo ou parente que sofre esse tipo de bullying, dê apoio.
Agora, já imaginou se nós tivéssemos um glitter mágico que nem no clipe de Libertad? Seria Mara! Você assopraria e tudo ficaria mais leve, alegre, mais Pink.
Agora bee, vamos cantar bem alto com o gato do Cristian Chavez: LI-BER-TAAAD!
Vocês sabem que me adoram...
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone.
A ONG irlandesa BeLonG To fez um vídeo para promover uma campanha contra o bullying homofóbico – para mais detalhes visite o Blog do Ivanzito, que foi quem me enviou filme – o vídeo é lindo, fofo, e me fez chorar pencas. Confiram:
Opinião, cada um tem a sua. Espaço, cada um tem o seu. Vamos todos – eu disse todos - respeitar.
E vem cá Darling: Podem fazer filme, clipe, camiseta, caneta, caNECA, chaveiro, até construir um EDIfício. O preconceito tá longe de acabar. Mas, felizmente, está diminuindo. O que não pode acontecer é violência, como aconteceu em Vigia.
Vamos todos levantar a bandeira contra o bullying homofóbico. E você que não é gay, mas tem um amigo ou parente que sofre esse tipo de bullying, dê apoio.
Agora, já imaginou se nós tivéssemos um glitter mágico que nem no clipe de Libertad? Seria Mara! Você assopraria e tudo ficaria mais leve, alegre, mais Pink.
Agora bee, vamos cantar bem alto com o gato do Cristian Chavez: LI-BER-TAAAD!
Vocês sabem que me adoram...
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone.
20 de abr. de 2011
ESCÂNDALO! – MAIS UMA VÍTIMA DE HOMOFOBIA.
Olá, Darling. Ontem eu recebi um email de uma de minhas fontes contando um absurdo que aconteceu durante o carnaval de Vigia. Não Perde!
O Bapho: Uma bee “G”, depois de amassar muito kibe nos blocos vigienses, estava voltando para casa com “S” de mãos dadas no maior carinho. Daí passou um cara num carro, um boy dundi imenso como gorila, que mandou a famosa “viadinho” e outras palavras infame. O namoradinho de “G” que é caralhenta peitou o bruta montes que, numa fúria canibalística, saiu do carro e – pasmem – deu um soco, um não, dois socão na fayce da bee que rodou graciosamente e caiu de cara no chão. Nisso, o gorila homofóbico entrou no carro e seguiu, mas parou na esquina. Okay.Gay. A bee correu até lá e praguejou contra o mosntro. As lágrimas se misturavam com sangue na face linda e albina da gata. O ogro de peitos enormes e duro feito mármore foi até a bee e deu mais uns socos na gata, coitada, que caiu mais uma vez. O maxilar da gata tava pra deslocar, mas ela não cansava de gritar contra aquele Godzilla tupiniquim; gritava o quanto aquilo era um absurdo, o monstro precisava ser preso, pedia ajuda, mas, apesar do escândalo, ninguém se mexia. E G, a essa altura desesperada, não sabia o que fazer com medo de levar uma curra do gorila, mas num espasmo de coragem a gata segurou firme o rosto do monstro entre as mãos e disse “sai daqui, pelo amor de deus! Olha o que tu fizeste” “ mas...” disse o ogro que foi interrompido por G “mas nada, cala a tua boca, tu estais muito errado! Vai te embora!”. E graças a deus o GoriZilla se foi.
Enfim. Bee. Parece engraçado, mas é trágico. O negócio é sério. Foi um absurdo. Eu fiquei chocada em clara em neve. Born this way pra esse monstro! E drinks para S que foi corajosa.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone.
O Bapho: Uma bee “G”, depois de amassar muito kibe nos blocos vigienses, estava voltando para casa com “S” de mãos dadas no maior carinho. Daí passou um cara num carro, um boy dundi imenso como gorila, que mandou a famosa “viadinho” e outras palavras infame. O namoradinho de “G” que é caralhenta peitou o bruta montes que, numa fúria canibalística, saiu do carro e – pasmem – deu um soco, um não, dois socão na fayce da bee que rodou graciosamente e caiu de cara no chão. Nisso, o gorila homofóbico entrou no carro e seguiu, mas parou na esquina. Okay.Gay. A bee correu até lá e praguejou contra o mosntro. As lágrimas se misturavam com sangue na face linda e albina da gata. O ogro de peitos enormes e duro feito mármore foi até a bee e deu mais uns socos na gata, coitada, que caiu mais uma vez. O maxilar da gata tava pra deslocar, mas ela não cansava de gritar contra aquele Godzilla tupiniquim; gritava o quanto aquilo era um absurdo, o monstro precisava ser preso, pedia ajuda, mas, apesar do escândalo, ninguém se mexia. E G, a essa altura desesperada, não sabia o que fazer com medo de levar uma curra do gorila, mas num espasmo de coragem a gata segurou firme o rosto do monstro entre as mãos e disse “sai daqui, pelo amor de deus! Olha o que tu fizeste” “ mas...” disse o ogro que foi interrompido por G “mas nada, cala a tua boca, tu estais muito errado! Vai te embora!”. E graças a deus o GoriZilla se foi.
Enfim. Bee. Parece engraçado, mas é trágico. O negócio é sério. Foi um absurdo. Eu fiquei chocada em clara em neve. Born this way pra esse monstro! E drinks para S que foi corajosa.
Kisses e Drinks
Safirah Megahfone.
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