5 de jul. de 2010

Libertina, Eu?

Olá, gatamms. Sejam bem vindos a sua primeira e melhor fonte ever sobre a escandalosa sociedadeGAY de Belém (tá-meu-bem?!).

Menina, eu adoro (e muuuiito!) música. Uma de minhas últimas aquisições foi o cd de uma banda indie chamada The Libertines – amo. A foto da capa do encarte representa muito bem o nome da banda. Okay.Gay. E daí? – E daí, mana, que me inspirou para escrever esse post.
No dicionário a palavra ‘Libertino’ está relacionada a sensualidade e tem definições como “impudico” “devasso” “depravado” e etecetera. Okay.Gay. Mas ser um “Libertino” é um estilo de vida – e não é para qualquer um... (!?). Ai a gaya pergunta: “Mas, Safirah, o que seria um libertino?”. Bom, bee. É uma pessoa que vive e faz o que quer sem culpa, sem censura, é livre de pensamentos, de religião (em geral são ateus) de sexo, de moda e exploram e vivem sua sensualidade ao máximo. Daí a bee pergunta: “ai, Safirah, eu sou livre de mapôs, de bofes e de acué... eu sou uma pessoa Libertina?” Não, mana, não. A senhora é uma bicha quá-quá, uó-do-meu-có e desaquésada. #prontofalei.
As opiniões sobre o assunto, claro, são das mais variadas. A maioria do povo condena o estilo libertino, fica surpreso – ora! Francamente, até no tempo em que vovó era morta de virgin os libertinos já adavam pelas ruas, no truque, mas andavam (!). Ah, mana, uns aceitam, outros entendem, condenam... ou simplesmente ignoram o que, de fato, significa esse estilo e acabam o confundido com promiscuidade, e criam uma visão negativa do assunto. Algumas pessoas não se importam, entendem, acham até que os libertinos sabem curtir a vida, já outros acham que são megapervertidos malucos, e blah blah blah (by Kesh$a).
Vem cá, deixa eu te contar uma coisa: Eu tenho uma BFF, a “S”, que fora morar em Londres no ano passado, e na véspera de sua viagem nós saímos por aí para tomar uns drinks e se divertir na sua despedida. “S” sempre foi louca, à frente de seu tempo, moderna... E durante o papo eu disse que ela se adaptaria rápido lá... em vários aspectos. Mas, claro, ressaltei seu estilo de vida e disse que ela era uma “Libertina”, “S”, surpresa, disse: “Libertina, eu?!”. Ela naturalmente, embora já vivesse um pouco estilo, ainda não conhecia o termo. Daí eu expliquei a ela e demos boas gargalhadas – até eu seria uma Libertina no meio de pencas de boyescândalos britânicos, hahaha.
OkayGay. Se você já segue esse estilo de vida, mas não sabia de toooda essa coisa, muito menos conhecia o termo ‘Libertino’ – e sempre foi tachada de promiscua, de puta doida. Pronto: Á-gora você já tem um argumento – pra não deitar e gongar qualquer um que lhe chamar de putona. E você que se identificou: Se joga (!), isso, se joga, darling. Mas com segurança e bom senso, pois a linha entre o Libertino e a a puta doida promiscuidade e bem, beeemmm tênue, meu amor.

P.S – só não vá se jogar no pisão... e a vida é curta, amoré, então aproveita, mas com segurança, tá, Darling!?

Vocês sabem que me adoram...
Kisses e drinks
Xoxo
Safirah Megahfone

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